Desde que foi anunciado que os ônibus do Rio vão deixar de aceitar dinheiro como forma de pagamento, as críticas não param. A partir de 30 de maio, apenas cartões Riocard ou Jaé serão aceitos nos coletivos municipais.
Usuários do transporte têm destacado que a mudança pode gerar problemas, tanto para pessoas com pouco conhecimento digital – já que os modelos precisam de recarga – ou também turistas. Na última sexta-feira (15), o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu uma investigação para apurar se houve prática abusiva. Ainda de acordo com o órgão, também foram questionados se existirão alternativas para passageiros sem acesso a meios digitais.
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Segundo o MP, a 3ª Promotoria de Justiça de Tutela do Consumidor, do Contribuinte e de Proteção de Dados Pessoais pediu que a secretaria municipal de Transportes esclareça os motivos técnicos e administrativos da mudança nos ônibus do Rio.
O MPRJ também oficiou o consórcio Bilhete Digital para que detalhe o funcionamento do sistema Jaé, as formas de acesso disponíveis e a existência de pontos de recarga. A Secretaria e Consórcio tinham prazo de dez dias para responder, devido à proximidade da implementação do novo sistema, previsto para o início do mês de junho.
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