A instalação de uma CPI do Banco Master está em discussão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Sob a liderança do presidente da Casa, Douglas Ruas (PL), o movimento pretende investigar os repasses de mais de R$3,5 bilhões provenientes do Rioprevidência e da Cedae ao Master. A Polícia Federal já investiga o caso, através de várias operações nos últimos meses.
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O Tribunal de Justiça do Rio chegou a negar uma liminar apresentada pelo parlamentar Flávio Serafini (PSOL). A investida judicial tentava obrigar a instalação imediata da comissão, que vai colocar uma lupa sobre os aportes bilionários feitos pelo governo estadual no banco comandado por Daniel Vorcaro.
A expectativa é que a CPI do Banco Master tenha mais força desta vez. Já teriam sido reunidas 30 assinaturas favoráveis à criação da comissão.
A iniciativa dialoga com o discurso de responsabilidade fiscal e controle de despesas capitaneado por Douglas Ruas desde que assumiu a Alerj. Há 15 dias, ele anunciou a criação da Comissão Especial de Controle e Contenção de Gastos, que vai revisar as contas do estado do Rio nos últimos anos para enxugar despesas e reequilibrar os cofres públicos.
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