Um dentista, de 40 anos, foi preso acusado de agredir e manter a própria esposa em cárcere privado por cerca de quatro meses, período em que teria obrigado a vítima a fazer 10 tatuagens com o nome dele no corpo. A prisão, que aconteceu na última terça-feira (14), foi realizada em uma ação conjunta das polícias civis do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.
De acordo com as investigações, o casal vivia em Santa Catarina, onde os crimes teriam ocorrido. A vítima conseguiu escapar da residência e buscar ajuda no Rio Grande do Sul, no último dia 3 de abril, o que deu início às apurações policiais.
Após o relato da mulher, as autoridades dos dois estados atuaram de forma integrada para localizar o suspeito e efetuar a prisão.
As apurações apontaram ainda que o investigado mantinha armas de fogo em casa, o que, segundo a polícia, aumentava consideravelmente o risco à vida da vítima.
Durante as investigações, a polícia identificou que o dentista já possui registros de violência contra outras mulheres, o que reforçou a gravidade do caso e o risco à integridade da vítima.
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