Rio Bonito agora possui um local onde as famílias atípicas passam a ter suporte. Foi inaugurado no último dia 9, o Espaço Municipal de Inclusão (EMI) de Rio Bonito, localizado na Praça Cruzeiro. O equipamento público, que será usado pela Secretaria Municipal de Inclusão Social e Acessibilidade, passa a oferecer atendimentos, acolhimento, oficinas e atividades voltadas às pessoas com deficiência do município e também seus responsáveis.
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O Espaço Municipal de Inclusão tem como objetivo atender por meio de oficinas e atividades pedagógicas, além de promover formação continuada para profissionais das áreas de Saúde, Educação e Assistência Social.
Integrado à Praça de Convivência, o EMI foi pensado para garantir cuidado, escuta, acompanhamento e pertencimento às famílias atípicas, funcionando como um ponto de apoio, afeto e fortalecimento na construção de uma cidade mais justa e humana.
O espaço conta com salas temáticas, planejadas para oferecer um ambiente acolhedor, humano e inclusivo. Entre os recursos disponíveis está uma horta sensorial, onde crianças podem explorar, aprender e desenvolver habilidades de forma lúdica e significativa.
O local também dispõe de ferramentas voltados ao acolhimento das pessoas atendidas, de acordo com seus diagnósticos. Durante a cerimônia de inauguração, foram realizadas homenagens a pessoas com deficiência que já faleceram, lembradas pelo legado de amor, resistência e inclusão.
A Secretaria Municipal de Inclusão Social e Acessibilidade, é responsável por planejar, implementar, coordenar, supervisionar e acompanhar programas, projetos e ações de inclusão social no município.
Segundo a secretária Ayla Bragança, a atuação busca promover a inclusão de pessoas historicamente excluídas do processo de socialização, como pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e/ou múltipla.
“Nós iremos assistir essas famílias com todos os tipos de oficinas e também com atendimento com neuropediatra, orientação jurídica, psicopedagogia e arteterapia; então são inúmeros serviços para as famílias atípicas. Vamos oferecer suporte a pessoas de 4 até 59 anos, mas com foco também nas cuidadoras atípicas”, disse a secretária.
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