Em busca de um título na temporada 2025, Vasco e Fluminense iniciaram a disputa por uma vaga na final da Copa do Brasil, na noite da última quinta-feira (11). Apesar do tricolor abrir o placar, ainda na primeira etapa – em uma cobrança de falta ensaiada, que terminou no gol de Kevin Serna, o cruz-maltino conseguiu a virada, com Rayan e Vegetti, e garantiu uma vantagem importante para a decisão nos últimos minutos da partida. O próximo jogo vai acontecer já no próximo domingo (14), às 20h30.
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Logo no início da partida, ao som de “Fluminense vai jogar, eu vou ficar louco da cabeça”, que vinha da arquibancada do Maracanã, o tricolor mantinha um controle das ações. Apesar de alguns lances vascaínas despertarem o arrepio dos tricolores.
No entanto, por volta dos 22 minutos, durante uma cobrança de falta ensaiada, na qual o zagueiro Thiago Silva cabeceou a bola para trás, a oportunidade surgiu para Kevin Serna, que não desperdiçou e abriu o placar.
Com poucos minutos do segundo tempo, a virada do Gigante da Colina começou a se formar. Após um cruzamento na pequena área tricolor, a bola sobrou nos pés do jovem Rayan, que igualou o placar e afirmou: “Calma, eu estou aqui”.
A partir do empate, o Vasco passou a assustar mais a defesa tricolor. Até que nos acréscimos, o centroavante Vegetti – que entrou por volta dos 30 minutos, acertou o cabeceio e garantiu a vantagem ao cruz-maltino.
Virada de chave
A vitória pode gerar dois significados, tanto para Vasco, como para Vegetti. Nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro, o cruz-maltino totalizou 4 derrotas em 5 jogos, fato que preocupava a torcida, em relação à disputa para a vaga na final da Copa do Brasil.
Neste mesmo período, o centroavante foi extremamente criticado pela torcida, principalmente após um lance de revolta na derrota por 6×0 contra o Atlético-MG. Na ocasião, o jogador chutou objetos e arremessou uma chuteira no banco de reservas, ao ser substituído ainda no primeiro tempo.
Após o resultado desta quinta-feira, o técnico do Vasco, Fernando Diniz, declarou que treinar o cruz-maltino, “é uma construção infinita, precisamos trabalhar para conseguir ter estabilidade. É um processo que estamos vivendo, com o tempo, a tendência é ganharmos cada vez mais consistência”.
Por Clara Egger (Estagiária sob supervisão)
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