Um estudo apontou que entre 2023 e 2024, “a maré não esteve para peixe” no Estado do Rio de Janeiro, que apresentou queda no número de casamentos civis. De um ano para o outro, o total de 71.650 uniões legais, diminuiu para 70.940. Por outro lado, a quantidade de divórcios subiu 4,9%. Neste quesito, o Estado apresentou diferença em relação ao restante do país, que apontou queda de 2,8%. Os dados foram divulgados na última quarta-feira (10), através de um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que também revelou números de nascimentos e óbitos no Estado, neste mesmo período.
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Nascimentos
Além da queda no número de casamentos, o Rio de Janeiro também registrou 7% de queda no número de nascimentos. Com a diminuição, o Estado terminou 2024 com 163.339 nascidos. Quando é analisada a idade da mãe no momento do parto, a maior parte das mulheres (26,19%) tinha entre 25 e 29 anos. Aquelas que tiveram filhos antes dos 15 anos de idade foram 0,39% do total. Já as que tiveram com mais de 50 anos foram 0,03%.
A pesquisa mostra ainda que 94,4% dos registros no Rio foram realizados em até 15 dias após o nascimento. A média brasileira é de 88,5%.
Número de Óbitos
O Estado terminou 2024 com 148 mil óbitos, um aumento de 2% em relação a 2023. Desse total, 4,6% foram por causas não naturais (homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, afogamentos, quedas acidentais, etc). O número de óbitos não naturais entre homens foi de 5.851 e de mulheres 1.153. Já entre os adolescentes e jovens de 15 a 29 anos, essa sobremortalidade masculina é de 2.117 óbitos, enquanto que a feminina é de 246 óbitos.
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